terça-feira, 22 de maio de 2018

WWE Monday Night Raw 21.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras), tem como destaque um segmento de exposição de toda a verdade de Bobby Lashley por parte de Sami Zayn.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Mais combates de qualificação para o "Money In The Bank Ladder Match" feminino
  • Possível defesa do Intercontinental Championship por parte de Seth Rollins num "Open Challenge"
  • General Manager do Raw (Kurt Angle) irá abrir o programa com um anúncio bombástico

Streams:

(clicar num número para mudar de stream)

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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Pro Wrestling in Pictures (344) | Yesn't

Bem-vindos a mais um Pro Wrestling in Pictures que tem por objectivo mostrar o melhor e o pior do wrestling basicamente em imagens mas sempre com um toque de humor presente... 

Se quiserem podem enviar as vossas fotos para wrestlingnoticias@gmail.com ou por mensagem para a pagina do WrestlingNoticias no facebook. As melhores serão publicadas!

FYI, image alt text is required

IMPACT One Night Only: Cali Combat | Vídeos + Resultados


Juntamente com o parceiro do Big Time Wrestling, o IMPACT apresenta mais um One Night Only transmitido e gravado na zona do Norte de Califórnia chamado One Night Only: Cali Combat, onde como grande destaque é a defesa do IMPACT World Championship, no qual o campeão na altura Austin Aries defende contra Eli Drake

domingo, 20 de maio de 2018

IMPACT Wrestling 17.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do IMPACT Wrestling (transmitido todas as quintas-feiras) tem como destaque um combate de equipas em que o IMPACT Grand Champion Austin Aries faz equipa com o IMPACT X-Division Champion Matt Sydal para enfrentar a equipa de El Hijo del Fantasma e do IMPACT World Champion Pentagon Jr.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Eddie Edwards enfrenta Sami Callihan num "Street Fight" na House of Hardcore
  • Eli Drake e Scott Steiner defendem os IMPACT World Tag Team Championships contra Z & E (DJZ e Andrew Everett)
  • Tessa Blanchard faz a sua estreia em ringue contra Kiera Hogan

Resultados



Vídeos


sexta-feira, 18 de maio de 2018

The Scrap Book | #1 | A Rebelião do Balor Club (1/2)


Bem Vindos ao The Scrap Book
O The Scrap Book é, nada mais, nada menos do que, a nova rúbrica de minha autoria. De que se trata? De um espaço onde, a cada edição, exploro uma situação que considero que esteja a ser mal tratada no mundo do wrestling e apresento a minha alternativa enquanto booker de sofá.
E no fundo, quem nunca olhou para uma certa história ou para o percurso de um certo wrestler e nunca pensou no quão “off” tudo parece? Quem nunca teve uma perspetiva diferente para o booking da Invasion em 2001 ou para o push de Roman Reigns pós-Shield?

Porquê um espaço de booking? Porque já crio fantasy booking extensivo em fóruns de wrestling nacionais desde 2012 e a área sempre me despertou interesse. Porquê o nome “The Scrap Book”? Porque este não será um projeto de booking extensivo, tratando-se apenas de um plano à base de “rascunhos”.

Nota: tentarei ao máximo que todos os detalhes associados ao booking de wrestlers não-protagonistas no tema que abordarei sejam realistas.

A Rebelião do Balor Club – Contexto (Irrelevância)
Na primeira edição, debruço-me para o paradigma atual da WWE e para o booking que têm tido três superstars em específico: Finn Balor, Karl Anderson e Luke Gallows. Os três, membros do Bullet Club (New Japan Pro Wrestling) no seu formato original com Prince Devitt (Balor) a líder, foram contratações de relevo em 2014 e 2016 respetivamente. Porém, hoje em dia estão longe de ser indispensáveis para a maior federação do mundo.

Sobre Finn Balor, sei que é controverso classificá-lo como dispensável, mas apesar de ser relevante, julgo que é claro que Balor não é um dos “jogadores-chave” da WWE. E a meu ver, nem tem de todo potencial para isso, pelo menos a solo. Se lhe tirarmos o alter-ego de “Demon” (que considero ser devidamente utilizado como uma atração especial), Finn Balor não é mais que um wrestler de ringue muito bom, mas sem grande sal. E não é uma personagem pró-inclusão social que lhe dá algum interesse e poder de draw.

Quanto a Gallows e Anderson… dois anos passados desde a sua contração, é justo afirmar que esta foi uma mera tática promocional. Nunca o duo, ex-melhor tag team heavyweight do mundo, foi realmente relevante na WWE. Ao início associados com AJ Styles, foi depois do regresso do Brand Split que começou a ser visível a falta de planos para a equipa, que nunca passou de uma tag team entre outras. Hoje em dia, na SmackDown, novamente com Styles, é possível que a situação mude. Mas alguém acha que é provável?

Fiquem então por aqui, porque a minha proposta de alternativa está adiante.

Capítulo I: Reunião
Com Finn Balor na RAW e com Gallows e Anderson na SmackDown (associados a AJ Styles), numa estranha decisão de booking após uma reunião sob o nome Balor Club em Janeiro deste ano, fica impossível a interação entre os três. Fica mesmo?

Referi a associação de Gallows e Anderson a AJ Styles. Então passo a explicar o porquê de não aceitar tão bem a ideia. Claro, AJ Styles foi o ás do Bullet Club após Prince Devitt e como tal, esteve associado a Luke e a Karl. Contudo, apesar do fã casual pouco se importar com a associação atual a Styles, o fã mais picuinhas, como eu, lembra-se que Styles foi traído por TODO o Bullet Club na sua última presença na NJPW. Inclui-se Anderson e Gallows, pois claro. E apesar de ter sido numa federação diferente, estamos em 2018, com a NJPW a ser claramente o nº2 mundial, os fãs sabem o que aconteceu.

Quanto à questão deixada há dois parágrafos: não fica impossível. Vejamos: os pay-per-views destinam-se, uma vez mais, a incluir superstars e combates de ambas as marcas. Como tal, a interação entre Balor e o duo de aliados pode começar a fazer-se em PPV. Mas quando em concreto? Finn está presente no combate Money in the Bank e rumora-se que existirá um combate Money in the Bank também para equipas, pelo que presumo que Gallows e Anderson estarão envolvidos. Como tal, não há necessidade de ser já que os caminhos se cruzam.

Verdade seja dita, Finn é um dos favoritos para ganhar o Money in the Bank. Não é o que eu faria, contudo. E com a run de Balor como desafiante pelo título Intercontinental a acabar, é provável que no Extreme Rules, em julho, o plano seja outro. Aproveitemos a eventual descida passageira de Roman Reigns no card e imaginemos que Finn Balor custa a vitória a Reigns no MITB Ladder Match – Reigns como “avenger” natural, tenta vingar-se num combate no Extreme Rules. A rivalidade é temporária e não propriamente pessoal.

Para além disso, Brock Lesnar estará no pay-per-view seguinte, o Summerslam. E depois do que aconteceu no Greatest Royal Rumble, presumo de antemão que haverá novo capítulo para Lesnar vs. Reigns. Como tal, a minha proposta tende a ser outra tentativa de dar um bom combate para legitimar Reigns como in-ring performer, dando-lhe a vitória, mas levando-o ao limite contra Balor:

- Extreme Rules – 15/07: 2 out of 3 Falls – Roman Reigns vence Finn Balor (2-1).

Depois do combate, Balor acaba a ser levantado por Gallows e Anderson, que entretanto se afastaram naturalmente de AJ Styles, por necessidade de procurarem mais relevância por si próprios, antes do Money in the Bank onde o último perderia o título da WWE para Shinsuke Nakamura no Money in the Bank. No pós-Extreme Rules, tanto Finn Balor nas segundas-feiras, como Gallows e Anderson nas terças começam a adotar uma atitude de revolta pela incapacidade em ter sucesso na WWE, sobretudo recentemente. A personagem “Pro-Social Inclusion” de Balor vai-se perdendo, tal como qualquer traço de comédia dos The Club.

No Summerslam, ninguém teria destaque e os três até poderiam estar no mesmo combate, mas em equipas diferentes. Depois de uma proposta de Bray Wyatt para Balor se juntar a si (sendo ex-rivais) e a Matt Hardy nos Deleters of Worlds ser naturalmente rejeitada, bem como depois de uma reação negativa de Karl Anderson após derrota para Jeff Hardy num combate pelo título dos Estados Unidos, tanto Paige como Kurt Angle agendam uma batalha de marcas.

Assim, Balor e os Deleters of Worlds (ainda campeões de Tag Team) representariam a RAW, a passo que Jeff Hardy (já ex-campeão dos US) representaria a SmackDown com Gallows e Anderson. Com as equipas a fazerem mais sentido de outra forma, o objetivo é a interação entre equipas no combate e o post-match.

- Summerslam – 19/08: Finn Balor & Deleters of Worlds vencem Jeff Hardy & The Club, por desqualificação.

Os The Club acabariam desqualificados após atingir os campeões da RAW com cadeiras ou algo do género, bem como Jeff Hardy no post-match. Gallows e Anderson simbolizariam a sua ida para a RAW com o gesto “Shot ‘Em” junto a Wyatt e a Matt, com Balor a reunir-se com eles depois de um Coup de Grâce em Jeff Hardy e o “Two Sweet” entre os três.

Capítulo II: The Rebel Club – A Criação
Sejamos francos. O nome “Balor Club” não serve. Tende a colocar todo o destaque do grupo em Finn Balor, quando Gallows e Anderson são uma força importante do mesmo. Um novo nome poderia entrar em cena e já que a palavra “Club”, associada à NJPW, não é censurada, deixemo-la na nova definição do grupo. Para além disso, a WWE poderia mandar uma farpa à New Japan, com o novo The Rebel Club a lembrar que no tempo deles à frente do Bullet Club, o grupo se definia pela sua rebeldia.

Nos novos The Rebel Club, os três membros teriam ainda posições bem definidas. Finn Balor, o líder e único full-time singles wrestler, seria responsável por dividir as promos com Karl Anderson, sendo o talker mais metódico enquanto Anderson seria o “loose cannon” responsável até por referências à New Japan. Naturalmente, a tag team com Gallows seria full-time, com Gallows a ser ainda a força corporal do grupo.

Mas, e depois do Summerslam o que aconteceria? Os Rebel Club estariam cimentados como candidatos aos RAW Tag Team Championships. E depois do Coup de Grâce em Jeff ser a “assinatura” da reunião dos ex-Balor Club, faz todo o sentido que Jeff também se oponha ao grupo e, em particular, a Finn Balor. Até ao Hell in a Cell, vários combates de confronto direto teriam lugar, com um a destacar-se:

- RAW – 27/08: RAW Tag Team Championships – The Rebel Club vencem Deleters of Worlds (c).

Depois de ganharem os títulos, os Rebel Club atacariam ainda os Deleters of Worlds de forma a não cansar a rivalidade e funcionariam como um grupo totalmente prolífero e temido. Já Balor e Jeff Hardy também alimentaram a feud com combates sem final definitivo (desqualificação e ataque à clavícula de Hardy). No Hell in a Cell, apostaria num novo six-man tag team, mas já com arranjos feitos.

- Hell in a Cell – 16/09: The Rebel Club vencem Jeff Hardy & Deleters of Worlds.

No TLC, a ideia seria ocupar um só spot com a rivalidade. Até lá os Deleters of Worlds teriam uma desforra pelos títulos, mas sem sucesso, sendo ainda atacados depois novamente. O regresso seria feito só durante o pay-per-view. De resto, uma feud entre Finn Balor e Jeff Hardy num pay-per-view temático de mesas, escadotes e cadeiras grita por um Ladder Match. Adicionamos então o WWE United States Championship, ganho convenientemente por Jeff Hardy num SmackDown (porque esta ainda é a marca de Hardy, you know…).

- Tables, Ladders and Chairs – 21/10: WWE United States Championship - Ladder Match – Jeff Hardy (c) vence Finn Balor, depois de Matt e Wyatt interferirem, prevenindo a envolvência de Gallows e Anderson.

Assim termina a primeira parte da edição de estreia do The Scrap Book, com incisão no rumo de Finn Balor, Karl Anderson e Luke Gallows, conhecidos brevemente como Balor Club - aqui, The Rebel Club.

Para a semana o The Scrap Book regressa, com a conclusão do meu fantasy booking dos três ex-Bullet Club. Até à próxima.

King of... Finishers #44 | Johnny Mundo vs. Baron Corbin


Sejam bem-vindos a mais uma edição do "King of... Finishers", onde continuamos a procurar (juntamente com vocês) o melhor golpe final na história do wrestling (seja de estrelas do passado, presente ou do futuro).

A partir desta fase dos 32-avos-de-final, não só os comentários daqui irão contar mas também os votos que os utilizadores façam nas principais redes sociais (Facebook e Instagram). Vejamos os resultados dos 3 modos de votação!



VENCEDOR:

Petey Williams
"Canadian Destroyer" - 118 votos


VS.

Roderick Strong
"End of Heartache" - 38 votos

Em mais uma eliminatória dos 32-Avos-de-Final, juntando todos as votações efectuadas nos comentários e nas redes sociais, o "CANADIAN DESTROYER" de Petey Williams qualificou-se para a próxima fase, de forma categórica. Vejamos a lista dos "Finishers" que se qualificaram para a próxima fase:

AJ Styles - "Styles Clash"
Undertaker - "Tombstone Piledriver"
Ember Moon - "Eclipse"
Shawn Michaels - "Sweet Chin Music"
Christian - "Unprettier"
Triple H - "Pedigree"
Edge - "Spear"
Seth Rollins - "Curbstomp"
Kenny Omega - "One Winged Angel"
Randy Savage - "Flying Elbow Drop"
Petey Williams - "Canadian Destroyer"





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Esta semana temos a terceira eliminatória, dos 32-Avos de Final, que opõe os finishers deJohnny Mundo e Baron Corbin!

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Johnny Mundo
"Starship Pain"


VS.


Baron Corbin
"End of Days"








Votem já no vosso finisher favorito!

quinta-feira, 17 de maio de 2018

WWE NXT 16.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do NXT tem como destaque um combate de equipas em que Danny Burch, Oney Lorcan e o WWE United Kingdom Champion Pete Dunne enfrentam os Undisputed ERA. Para além disso, também conta com um combate pela 1ª vez entre Ricochet e o Velveteen Dream e ainda ação feminina em que Lacey Evans enfrenta Brandi Lauren.

Overrated ou Underrated #74 - Dana Brooke


Sejam bem-vindos a mais uma edição do Overrated ou Underrated. Na última edição foi analisado No Way Jose. Na edição desta semana, vamos analisar a estaticista da Titus Worldwide.

Apresentando agora o espaço para quem nunca leu uma edição ou simplesmente não está recordado da essência de um Overrated ou Underrated.

Underrated – Alguém que é subvalorizado ou não têm o devido reconhecimento seja aos olhos da industria do wrestling ou até dos fãs.

Overrated – Precisamente o contrário do ponto anterior. Alguém que é sobrevalorizado e que a industria do wrestling ou fãs dão demasiado crédito por aquilo que faz.

No ponto – Nem toda a gente ocupa um lugar acima ou abaixo daquilo que realmente merece. Existem lutadores que ocupam o lugar que ocupam na industria porque é exactamente nesse sitio que merecem estar e têm também exactamente o reconhecimento que merecem da parte dos fãs.

Por fim, gostaríamos sempre de saber a vossa opinião, quer concordem ou discordem da nossa avaliação sobre o wrestler em questão. Tentem também coloca-lo numa destas três categorias e caso se sintam à vontade podem sempre dar sugestões sobre wrestlers que gostariam de ver neste espaço.



Nesta edição do Overrated ou Underrated, temos connosco Dana Brooke, a estaticista da Titus Worldwide e personificação de uma porn star, segundo o Btaker22.

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Btaker22 (Underrated) – Estamos a falar de uma wrestler ou de uma atriz porno? Ok, agora a sério, é um pouco difícil de entender a forma como tratam a Dana Brooke no main roster. Ela nunca mostrou ser uma wrestler fenomenal, nem perto disso, mas que oportunidades teve ela até agora? Desde que chegou ao main roster que o percurso da Dana Brooke passa por ser o elemento secundário em grupos com a Emma e com a Charlotte Flair, sendo que agora mal tem oportunidades para sequer entrar no ringue, estando a fazer de manager para a Titus Worldwide, um grupo que só serve para a piada e que pouco sucesso também tem.

Na NXT, a Dana Brooke mostrou que estava verde no ringue, mas também mostrou outras coisas que estavam a favor dela. Para já, mostrou que era uma atleta a sério...não só participava em competições de Body Building, o que consequentemente a leva a ser uma das atletas femininas da WWE com mais força, tal como esse mesmo físico é "agradável" de se ver aos olhos, e não me venham dizer que isso já não conta pelo facto de estarmos numa "Women's Revolution". Os "looks" e a forma como uma super-estrela da WWE se apresenta conta sempre, e isto não é só nas mulheres, mas também nos homens.

Agora, nas "big leagues", o que vejo é uma Dana Brooke a tentar esforçar-se para mostrar que vai aprendendo a fazer algo de novo no ringue cada vez que entra no mesmo, mas a continuar a ser imensamente descredibilizada apesar da credibilidade aparente que simplesmente uma atleta como ela podia ter apenas por ter o físico que tem, e é até um pouco esquisito ver a WWE a não tirar proveito disso.

Não estou com isto a dizer que a Dana Brooke merecia ser campeã feminina no main roster neste momento, mas penso que também não merecia o tratamento que tem atualmente, que penso que se deva ao facto de haver uma imensidade de mulheres por onde escolher para tirar partido, e a Dana Brooke acabou simplesmente por nunca ser a escolhida. Mas para mim, se as mulheres do Riott Squad (Ruby, Sarah e Liv) e das Absolution (Mandy e Sonya) merecem uma oportunidade, que evidentemente têm estado a ter, então a Dana Brooke também podia ter a sua, mesmo que fosse pequena, pelo que a considero Underrated.

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Cell (No Ponto) – A ponte entre "body building" e wrestling profissional é extremamente fácil de se atravessar. A ideia, que se ganha no "body building", de que o nosso corpo é um templo que deve ser bem treinado e tratado, dá imenso jeito no wrestling profissional, especialmente na WWE, já que os seus atletas competem quase todos os dias. O que é difícil na travessia desta ponte é aprender a arte do wrestling profissional, aprender a entreter um público, a  conseguir conectar-se com o público, etc. Infelizmente, alguns atletas não conseguem adquirir estes novos conhecimentos, acabando por não conseguirem singrar nesta nova etapa. Dana Brooke é um exemplo de quem tentou fazer esta travessia... e falhou.

Tal como a maior parte das superstars na WWE, Dana Brooke começou na NXT, sendo promovida como uma "body builder" experiente e conceituada (algo que realmente é). Dotada de um atletismo interessante, força fora do normal e de uma beleza enorme, Dana teve combates extremamente curtos e fáceis, talvez para a protegerem, enquanto que se habituava ao wrestling profissional. Algo que demorou muito a acontecer, já que Dana demonstrou sempre alguma fragilidade no ringue, sendo algo trapalhona.

Com isto, não é de estranhar que a maior parte da carreira de Dana Brooke na WWE tenha sido estando acompanhada por outras estrelas. Primeiro com Emma, que foi, sem dúvida, o melhor que Dana fez, dominando praticamente toda a divisão feminina da NXT. Em seguida, Dana esteve com a Charlotte no papel de protegida, um papel que permite o aluno superar o professor, algo que poderia ter acontecido, se  Dana não tivesse falhado todas as oportunidades que teve de se provar. Atualmente, Dana Brooke está na Titus Worldwide, servindo de estaticista do grupo, um papel que a tornou extremamente irrelevante, principalmente, porque a própria Titus Worldwide não tem grande relevância atualmente na WWE.

Dana Brooke é mais um caso de superstar que devia ter estado mais tempo na NXT, a evoluir mais as suas ring e mic skills. Subiu demasiado cedo ao main roster, sendo que, em palcos maiores, as suas falhas começaram a surgir de maneira mais descarada. Neste momento, com um plantel feminino tão bom a nível de qualidade, é difícil de Dana voltar a conseguir ser relevante sozinha. Com as subidas que acontecem, no mínimo, anualmente, Dana Brooke já perdeu o comboio várias vezes, e, cada vez mais, vai ficando para trás em relação às suas colegas.

Muita gente vai considerar Dana overrated e, a verdade, é que se ela tivesse a roubar a oportunidade a alguém, eu consideraria essa hipótese. Mas, como não acho que seja esse o caso, vou ser simpático e considerar que está no ponto.


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Chegamos ao fim desta septuagésima quarta edição, mas voltaremos como sempre para a semana com mais um lutador a ser analisado. Agora, queremos saber a vossa opinião. Será que a "Total Diva" é:


OVERRATED?

Ou

UNDERRATED?

Ou

QUE ESTÁ NO PONTO?

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Literatura Wrestling | Yes! My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania - Capítulo 7 - Parte 3


Está de volta a Literatura Wrestling, o espaço de traduções do blog que vos traz uma obra biográfica, na íntegra, reveladora das origens, vida e decorrer da carreira de alguns dos mais marcantes wrestlers que percorreram os ringues que acompanhámos com tanto gosto.

Todas as semanas vos traremos um excerto do livro "Yes!: My Improbable Journey to the Main Event of Wrestlemania", publicado em 2015 por Daniel Bryan e pelo co-autor Craig Tello, a contar o crescimento e peripécias do "Yes! Man" até à sua chegada à WWE e ao main event da Wrestlemania. Boa leitura!


(...)

Apesar de estar muito muito deprimido após ter sido despedido, também fui muito afortunado nas oportunidades que recebi enquanto estava sob contrato. O ex-WWE Superstar Charlie Haas e o seu irmão Russ eram muito próximos do Jim Kettner, um promotor independente de topo, do Delaware, que mandava na East Coast Wrestling Association (ECWA). Em 1997, o Jim criou um torneio anual cada vez mais popular ao qual chamava Super 8, incluindo os oito melhores wrestlers independentes do país. Quando os irmãos Haas vieram a Memphis e viram o Brian e eu a lutar, eles disseram ao Jim que achavam que seríamos excelentes para o Super 8. O Charlie sugeriu que eu seria o adversário perfeito para o Low Ki, que andava a rasgar tudo na cena de wrestling independente do nordeste e era o prospecto de topo do Kettner. Quando ele ligou e me pediu para participar, aceitei de bom grado. Kettner trabalhava regularmente com a WWE para promover eventos ao vivo em Delaware e tinha uma boa relação com a organização. Ele prometeu à WWE (e a mim também) que me colocaria em combates onde teria a oportunidade de brilhar. E se o fez!

Na primeira ronda, lutei com o Brian; na segunda ronda, lutei com o Reckless Youth (que já tinha saído da WWE por esta altura); e na final, chegou a mim contra o Low Ki. Todos os meus três combates correram muito bem, e o combate com o Low Ki, especificamente, obteve uma óptima reacção, não só porque era a final mas porque estávamos a misturar wrestling de tapete pragmático com patadas e estaladas rígidas de uma forma que os fãs das independentes Americanos não estavam habituados. O Super 8 recebeu uma grande parte de cobertura, incluindo em revistas nacionais como a Pro Wrestling Illustrated, logo consegui muito boa publicidade a partir daí. Honestamente, se eu não tivesse competido no torneio, eu teria tido dificuldades em assegurar bookings assim que fui despedido, visto que antes do Super 8, ninguém me conhecia propriamente fora de San Antonio e Memphis.

Depois de ter sido despedido pelo sistema de desenvolvimento da WWE, mudei-me de volta para Washington - basicamente o que fazia quase sempre que não sabia o que fazer. Voltei a viver com a minha mãe e tentei pensar num novo plano. Não havia muito wrestling em Washington, mas eu tinha contactado uma companhia em Vancouver chamada Extremely Canadian Championship Wrestling (ECCW). Eles estavam interessados em usar-me, o que foi óptimo porque quase todos os fins-de-semana, organizavam três espectáculos. O Jim Kettner ainda me ia buscar para os seus shows da ECWA também, ocasionalmente, e eu achei que por entre estas oportunidades, mais o contínuo boca-a-boca à volta do American Dragon, eu podia essencialmente evitar arranjar um emprego "a sério" e viver das minhas poupanças.

Infelizmente, não pude. Apesar de inicialmente ter planeado ter o meu carro novo pago no final do ano, ter sido despedido dificultou a administração de pagamentos mensais e outras contas. Na ECCW, eu apenas estava a fazer 75$ Canadianos por espectáculo (cerca de 45$ Americanos), fora o custo da gasolina para a minha viagem de doze horas.

Quando trabalhava para o Kettner, fazia 100$, mas isso era - no máximo - uma vez por mês, e eu não estava a conseguir muitos mais bookings noutros sítios. Então acabei por arranjar dois empregos, um num programa extra-curricular para miúdos da escola primária e uma combinação de vídeoclube/solário chamada Video Tonight, Tan Today. Mesmo com uma agenda bastante preenchida, comecei a ter aulas na faculdade comunitária local também.

Bryan vence o torneio "King of the Indies" de 2001
(Foto por Dr. Mike Lano)

Tive um grande lançamento em Outubro de 2001, graças ao Roland Alexander, um promotor da California que mandava na All Pro Wrestling (APW). No ano anterior, ele tinha organizado um torneio chamado "King of the Indies". Ele próprio com base na Bay Area, Roland usava quase exclusivamente wrestlers da costa ocidental no seu primeiro torneio de oito homens. No ano seguinte ele decidiu fazer algo um pouco diferente ao torná-lo um torneio de dois dias e dezasseis homens e trazendo wrestlers de todo o país, assim como o Doug Williams da Inglaterra. Baseado nas nossas performances no Super 8, Roland ofereceu ao Brian e a mim um lugar a cada um no seu torneio de elite.

No primeiro dia, Roland colocou-me com o Brian na ronda de abertura. Como já tínhamos lutado um com o outro mais de cem vezes por essa altura, tivemos um combate muito bem que captou a atenção de uma lenda dos ringues em particular. Nick Bockwinkel, que estava entre vários outros lendários a presidir o espectáculo, abordou o Roland no final da primeira noite. "Se tu não colocares aquele tipo over," disse o Bockwinkel, a apontar directamente para mim a sugerir que eu vencesse, "és doido." Apesar de totalmente não ser o plano original, Roland aceitou o seu conselho - uma decisão que criou muito drama e controvérsia no dia seguinte.

Inicialmente, Donovan Morgan, que era o treinador principal na escola da All Pro Wrestling (a verdadeira máquina de dinheiro da promoção), estava agendado para me derrotar nas semifinais e seguir para vencer o torneio. Ele estava fervoroso com a troca, mas não era essa a única coisa que o tinha chateado.

Na manhã do segundo dia do torneio, Roland - imensamente impressionado com o nosso desempenho na noite anterior - ofereceu a mim e ao Brian cargos como treinadores na escola da APW. Ele explicou que precisava de um novo treinador principal porque o Donovan andava a passar muito tempo a lutar no Japão. Apesar de os dois sermos ainda relativamente inexperientes, Rolan dizia acreditar que seríamos óptimos treinadores. Dissemos-lhe que íamos pensar no assunto e em seguida fomos perguntar ao Donovan como era o trabalho - não sabendo, claro, que o Rolan não lhe tinha contado sobre a proposta. Donovan estava furioso, porém com o Rolan, não connosco.

Nessa noite, lutei com o Doug Williams, o que foi divertido porque ele sabia como fazer todo o wrestling estilo Europeu que o Regal me tinha ensinado. O ímpeto mudou mais tarde, nas semifinais, quando lutei com o Donovan. Sentindo-se traído e desencorajado, ele não se esforçou muito no nosso combate ou quis fazer alguma coisa para fazê-la uma performance memorável, o que era compreensível. Foi um combate curto e sem brilho, ao contrário do meu encontro na ronda final com o Low Ki, que era essencialmente uma revanche da final do Super 8. Lutámos por quase trinta minutos, incorporando os mesmos elementos que fizeram do nosso anterior combate único. Venci com uma manobra de submissão que eu começara a usar no Super 8 como o meu finisher: o Cattle Mutilation, um duplo Chicken Wing em ponte com o meu adversário sobre o estômago. Esta manobra tornou-se o meu cartão de chamada para o resto do meu tempo nas independentes.

Reconhecendo que o uso de algo chamado Cattle Mutilation (Mutilação de Gado) por um ex-vegano pode ser um pouco inesperado, creio que a origem do nome da manobra possa precisar de alguma explicação. Eu primeiro vi a pega num show da National Wrestling Alliance (NWA) chamado Future Shock '89, um torneio entre as estrelas de topo da NWA da altura, incluindo o Great Muta, que era um dos wrestlers mais entusiasmantes daquele período. De repente, a meio do combate, Muta saca desse duplo Chicken Wing em ponte. Não teve reacção e mal foi mencionado pelos comentadores, mas eu achei que era espectacular. Comecei a usá-lo quando estava em Memphis, mesmo que poucas vezes como finisher. Quando o usava, chamava-lhe a "coisa com o duplo Chicken Wing em ponte." A primeira vez que ouvi as palavras "Cattle Mutilation" foi quando lutei com o Reckless Youth no Super 8. Eu disse-lhe que queria derrotá-lo com um Full Nelson Suplex, mas dado que já tinha acabado de derrotar o Brian Kendrick com essa submissão na ronda anterior, ele disse-me que achava que também devia derrotá-lo com o Cattle Mutilation. Eu não fazia ideia do que ele estava a falar. "Cattle Mutilation," disse ele, "é como se chama a submissão." Ele olhou para mim como se eu fosse parvinho e retirou-se. Tomei o seu conselho para o finish, mas achava que o nome era maluco e assumi que não o ouviria outra vez. Pouco depois, no entanto, quando lutei com o Christopher Daniels, ele também lhe chamava o Cattle Mutilation. Pela altura em que a Ring of Honor (ROH) começou, toda a gente lhe chamava isso. Toda a gente, isto é, excepto eu. Eu não fazia ideia de onde vinha o nome e odiava a imagem, logo teimei em chamar-lhe a minha coisa do duplo Chicken Wing em ponte. Só por finais de 2002 é que finalmente aceitei que a manobra seria sempre conhecida como Cattle Mutilation, apesar dos meus maiores esforços. É assim a vida.

Imediatamente a seguir à minha vitória no torneio King of the Indies, fui presenteado com um troféu enorme, com o qual realmente pude ficar (ao contrário de outros troféus de wrestling, que normalmente são só para o show e são retirados pouco depois de serem dados). Mas mais importante que o troféu foi isto ter-me posicionado como um wrestler de main-event nas independentes. Aquele torneio de dois dias da APW, nos dias 26 e 27 de Outubro, foi a inspiração para a Ring of Honor, e a minha vitória fez as pessoas ver-me como um gajo de topo logo, incluindo as pessoas responsáveis pela Ring of Honor quando esta veio a ser.

(...)

No próximo capítulo: Concluiremos este sétimo capítulo com mais uma peripécia em que Bryan se meteu. Então o moço, ainda tão novo e a começar a carreira... Já vai ser treinador? Pois vai... E se acham que vocês, no lugar dele, faziam má figura... Ele não fez muito melhor. Têm mesmo que ler como Bryan se comportou dentro e fora do ringue, como jovem treinador!

WWE 205 Live - 15.05.2018 | Vídeos + Resultados


Devido ao grande sucesso do CruiserWeight Classic no WWE Network, a WWE decidiu apostar numa divisão de Cruiserweights, que agora todas as terças-feiras passaram a ter um programa de 1 hora dedicado exclusivamente a eles na WWE Network chamado 205 Live.

O programa de hoje conta com ação entre as estrelas do 205 Live e da divisão do Reino Unido.



Vídeos

WWE Smackdown Live 15.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Smackdown Live (transmitido todas as terças-feiras) tem como destaque um combate entre o WWE Champion AJ Styles e Shinsuke Nakamura, em que o vencedor terá o direito a escolher a estipulação para o combate no WWE Money In The Bank.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Andrade "Cien" Almas (juntamente com Zelina Vega) fazem a sua estreia no Smackdown Live
  • Smackdown Women's Champion Carmella irá dar uma celebração real intitulada de "Royal Mellabration"
  • The New Day (Kofi Kingston, Xavier Woods e Big E.) enfrentam The Bar (Cesaro e Sheamus) num combate de qualificação para o "Money In The Bank Ladder Match" masculino

Reportagem e Resultados



Vídeos


terça-feira, 15 de maio de 2018

WWE Monday Night Raw 14.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do Monday Night Raw (transmitido todas as segundas-feiras), tem como destaque a defesa do Intercontinental Championship, no qual o campeão Seth Rollins defende contra Kevin Owens.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • Bayley vs. Alexa Bliss vs. Mickie James num combate de qualificação para o "Money In The Bank Ladder Match" feminino
  • Bobby Roode vs. No Way Jose vs. Baron Corbin num combate de qualificação para o "Money In The Bank Ladder Match" masculino
  • Será que Roman Reigns irá estar atrás de Jinder Mahal, depois deste ter custado o combate na semana passada?

Resultados



Vídeos



segunda-feira, 14 de maio de 2018

What an IMPACT! #11 - Fantasy Booking


Olá pessoal e sejam bem vindos a mais uma edição do 'What an IMPACT!'. Esta semana irei fazer algo diferente, pois é hora de começar a mudar um pouco o conteúdo deste espaço.

Como vêem pelo título, irei fazer um pouco de fantasy booking, algo que sempre gostei e que sempre me acompanhou desde que entrei neste tipo de comunidade. O conceito de fantasy booking consiste basicamente em escrever shows de wrestling da forma como gostaríamos de os ver, desenvolvendo rivalidades, personagens, criando histórias originais, etc. Para esta sessão de booking decidi fazer o percurso entre o Redemption e o Slammiversary.

Para que se consiga fazer todo este percurso é necessário saber onde se quer chegar e neste caso há que ter uma ideia do cartaz que se quer construir para o evento. Para mim, tendo em conta o que aconteceu no Redemption, o cartaz do Slammiversary poderia ser o seguinte:


IMPACT TAG TEAM CHAMPIONSHIP
LAX (c) vs oVe vs Brian Cage & Johnny Impact

IMPACT KNOCKOUT'S CHAMPIONSHIP
LAST KNOCKOUT STANDING
Su Yung (c) vs Rosemary

#1 CONTENDER X DIVISION CHAMPIONSHIP
ULTIMATE X
Taiji Ishimori vs Dezmond Xavier vs El Hijo Del Fantasma vs Drago vs Aerostar vs Trevor Lee vs Fallah Bahh

BEST OF SEVEN SERIES
MATCH 7
Taya Valkyrie vs Tessa Blanchard

IMPACT X DIVISION CHAMPIONSHIP
Matt Sydal (c) vs DJZ

FALLS COUNT ANYWHERE
Eddie Edwards vs Sami Callihan

IMPACT UNDISPUTED WORLD CHAMPIONSHIP
KING OF THE MOUNTAIN
Pentagon Jr. (c) vs Austin Aries vs Eli Drake vs Kongo Kong vs Moose vs Scott Steiner

Este é, na minha opinião, um card possível e realista para aquilo que o Impact apresenta atualmente. Como o percurso entre o Redemption e o Slammiversary consiste em 13 semanas de construção, não irei especificar todos os acontecimentos ao longo dessas semanas, mas sim irei apresentar a história que levou ao combate.

LAX (c) vs OVE vs BRIAN CAGE & JOHNNY IMPACT
Após a vitória de Scott Steiner e Eli Drake no Redemption, os LAX sentem-se meio perdidos por não contarem com o apoio do seu mentor Konnan. Com Konnan ainda desaparecido os LAX pedem a desforra, mas mais uma vez são vencidos pela dupla improvável de Steiner e Drake. Os oVe envolvem-se depois de deixarem Sami Callihan tratar de Eddie Edwards sozinho, indo então à procura de reconquistar os títulos de equipas. Os LAX num segmento de bastidores em busca de Konnan dão de caras com Brian Cage e atacam-no por pensarem que este tem algo a ver com o desaparecimento do líder do grupo. Mais tarde no combate entre os campeões e oVe, os LAX envolvem-se, custando a oportunidade aos naturais de Ohio, deixando todos os envolvidos estendidos no chão. Na semana seguinte vemos o regresso de Konnan que quer tratar dos títulos o mais rápido possível, por isso arranjou um combate com Steiner e Drake. Entretanto os campeões passam por várias discussões ao apontarem defeitos um no outro, algo que terá sido responsável por se deixarem atacar na semana passada. Na semana seguinte temos Drake/Steiner vs LAX pelos títulos onde se coroam novos campeões após Steiner abandonar Drake a meio do combate. Já com os LAX a celebrar, Jake e Dave Crist aproveitam para atacar os campeões e assim marcar uma posição. A 3 semanas do PPV Brian Cage vê-se envolvido novamente com os LAX ao rejeitar o pedido de desculpas dos mesmos no início do IMPACT, atacando-os de seguida. Os oVe tentam atacar Brian Cage, mas sem sucesso, ficando um combate handicap marcado para mais tarde: oVe & LAX vs Brian Cage & Parceiro mistério. Brian Cage revela antes do combate começar que o seu parceiro é Johnny Impact e que se eles ganharem são adicionados ao combate pelos títulos no Slammiversary. Cage acaba por ganhar o combate, estando a Tag Team Triple Threat confirmada para o evento.

SU YUNG (c) vs ROSEMARY
Após reter o título no Redemption, Allie é vítima de uma perseguição constante por parte de Su Yung. Desde interrupções em combates a ataques nos bastidores, passando por situações dignas de filmes de terror. Depois de algumas semanas a perseguir Allie e conseguir um combate pelo título, Su Yung começa a provar do seu próprio remédio, chegando a ficar tão assustada quanto Allie estava. Yung vence o combate a valer o título feminino graças a uma lesão anterior de Allie e descobre no fim que é Rosemary que a anda a seguir. Com a sua amiga Allie lesionada, Rosemary parte em busca de vingança contra Su Yung, deixando para trás todo um rasto de destruição. Com tantos encontros físicos entre as duas só vêem uma maneira de resolver a situação com um Last Knockout Standing.

ULTIMATE X
Fallah Bahh é adorado na Impact Zone e começa a ter combates mais regularmente, praticamente todas as semanas, sempre com vitórias, até que desafia Matt Sydal para um combate pelo título da X Division. Bahh não obtém resposta do campeão porque é interrompido pela dupla Drago & Aerostar que tem vindo a ganhar ímpeto nas últimas semanas com combates variados na divisão de equipas. Juntam-se à conversa Trevor Lee e Caleb Konley que criticam a forma física do filipino, dizendo que este não deve estar na divisão. Dezmond Xavier é quem interrompe a seguir e informa que a X Division não tem limites, por isso Fallah Bahh é mais que bem vindo a conviver com quem já lá está. El Hijo Del Fantasma e Taiji Ishimori são os últimos intervenientes nesta trapalhada e também querem lutar com Matt Sydal. Os ânimos exaltam-se dando origem a uma grande confusão, mas Fallah Bahh acaba por limpar o ringue. Na semana seguinte acontece um 8 Men Tag Match: Fallah Bahh & Taiji Ishimori & Dezmond Xavier & El Hijo Del Fantasma vs Trevor Lee & Caleb Konley & Drago & Aerostar. Após este combate, ganho por Trevor Lee, é anunciado o Ultimate X no Slammiversary. No último episódio do Impact antes do Slammiversary Fallah Bahh vence Caleb Konley e ainda o deixa lesionado, impossibilitando-o de participar no combate no PPV, o que faz com que Trevor Lee fique preocupado por não ter ajuda.

TAYA VALKYRIE vs TESSA BLANCHARD
Tessa Blanchard estreou-se no Redemption ao se juntar à mesa de comentadores durante o combate entre Taya e Kiera Hogan, algo que deixou Taya incomodada, pois esta quer o foco em si. Após umas trocas de palavras acesas e vários ataques por parte das duas lutadores, decidem fazer um Best of Seven Series para decidirem de uma vez quem é a melhor. Tessa vence por 2 semanas seguidas, mas Taya recupera, ganhando os 3 combates seguintes. A duas semanas do PPV, Tessa iguala o marcador, deixando o para o Slammiversary o derradeiro encontro.

MATT SYDAL (c) vs DJZ
Matt Sydal sai do Redemption com uma confiança nunca antes vista, pois derrotou um dos melhores lutadores da X Division de sempre, Pettey Williams. Sydal decide que é tempo de fazer uma viagem pelo mundo e defender o seu título contra toda a gente que estiver disposta a enfrentá-lo. Sydal vai então defender o título todas as semanas em vários pontos do planeta, tais como Japão (NOAH), México (CRASH), Canadá (Destiny), etc. DJZ que tem ganho combates desde o seu regresso ao Impact exige combater com Sydal pois sente que merece essa oportunidade. Sydal aceita o desafio, mas acaba por vencer o encontro usando as cordas para a sua vantagem. Depois de reclamar durante algumas semanas, DJZ consegue mais um combate a valer o título da X Division.

EDDIE EDWARDS vs SAMI CALLIHAN
Eddie Edwards fica perdido depois de mandar a sua mulher para o hospital, onde também está Sami Calihan. Eddie em busca de vingança passa grande parte do tempo a tentar acabar com Jake e Dave Crist, mas sem sucesso. Entretanto Alisha vai recebendo prendas e ameaças no seu quarto de hospital, em casa, no supermercado. Eddie consegue localizar Sami Calihan e manda-lhe as mesmas ameaças, porém executa tudo aquilo que promete. Vemos várias lutas entre Eddie e Sami, em vários sítios: em casa de Eddie, na rua, nas mediações da Impact Zone, todas as semanas um local diferente. Sami já teria pedido aos restantes membros dos oVe para o deixarem tratar de Eddie sozinho e também pediu a Edwards para deixar Jake e Dave em paz, pois aquilo é um assunto só deles. Eddie Edwards e Sami Calihan ficam extremamente mal tratados depois das batalhas entre eles e decidem pôr fim a esta guerra com um Falls Count Anywhere no Slammiversary.

KING OF THE MOUNTAIN
O novo campeão mundial Pentagon Jr. fica com um grande alvo nas suas costas depois de ganhar o título que toda a gente quer. Austin Aries quer a desforra, mas tem de tratar do seu braço primeiro. Jimmy Jacobs eleva o seu monstro todas as semanas. Eli Drake e Scott Steiner começam a criar atrito na sua relação. Moose é o novo preferido dos fãs para desafiar Pentagon. Eli Drake decide cobrar o seu contrato que lhe dá um combate pelo título, mas não é bem sucedido. Austin Aries após uma semanas de recuperação desafia Pentagon para a desforra a que tem direito, mas que irá colocar o Grand Championship em jogo de forma a unir ambos os títulos, pois só poderá haver um verdadeiro campeão mundial. Aries e Pentagon fazem a assinatura do contrato para o combate, mas no fim são interrompidos por Kongo Kong que os ataca. Na semana seguinte temos o combate a valer ambos os títulos que é vencido por Pentagon, mas Kongo Kong ataca ambos os lutadores novamente após o combate, porém desta vez Moose aparece para ajudar Aries e Pentagon. Na semana seguinte o Impact abre com um combate entre Kongo Kong e Moose que acaba em confusão depois de Aries e Pentagon intervirem. Eli Drake já sem Scott Steiner vira-se para o título mundial, mas não consegue elevar o seu estatuto de candidato, pois Steiner está sempre a interromper os seus combates e promos. Pentagon acaba por anunciar que não se importa de defender o título contra qualquer um deles, por isso é que se irá realizar um combate de eliminação entre Aries, Moose, Drake e Steiner para se decidir o próximo candidato no Slammiversary. Jimmy Jacobs não fica contente por o seu monstro não estar incluído no combate, por isso ordena Kong que ataque todos os intervenientes antes do combate sequer começar. Sem lutadores o combate não chega a acontecer, o que leva a que a direção do Impact marque um King of The Mountain para o maior PPV do verão, mas não sem antes se realizar um 6 Men Tag Match no Impact que antecede o PPV: Austin Aries & Moose & Pentagon vs Eli Drake & Scott Steiner & Kongo Kong.

Esta seria a construção que eu faria para este card do Slammiversary, são 13 semanas que dariam para fazer muita coisa, incluindo um episódio especial que poderia ter todos os combates por títulos que mencionei aqui. Espero que tenham gostado desta edição diferente onde eu pude dar asas à imaginação. Não se sabe como será o verdadeiro card do Slammiversary, mas de certeza que não vai desiludir.

WN Apostas 2018 (1ª Temporada) | Resultados Redemption, Greatest Royal Rumble e Backlash


Depois do primeiro PPV do IMPACT Wrestling de 2018 e de dois mais eventos da WWE (em que um foi bom e outro foi completamente previsível), eis que estão aqui os tão aguardados resultados do Redemption, Greatest Royal Rumble e do Backlash. Mais pormenores nas próximas linhas e convém mencionar que as respostas às perguntas, estão sublinhadas e estão marcadas com um verde escuro. Boa sorte a todos que apostaram!

domingo, 13 de maio de 2018

IMPACT Wrestling 10.05.2018 | Vídeos + Resultados


Este episódio do IMPACT Wrestling (transmitido todas as quintas-feiras) tem como destaque um combate onde o Impact World Champion Pentagón Jr defende o título contra Eli Drake.

Para além disso, também estão confirmados os seguintes combates/segmentos:
  • DJ Z e Andrew Everett vs LAX
  • Drago vs Aerostar vs Taiji Ishimori vs El Hijo del Fantasma para definir o novo desafiante ao X-Division Title
  • O retorno de Grado ao Impact

Resultados



Vídeos